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Casa - Criança

Brincadeira e tecnologia

Uma discussão sobre o brincar está despertando opiniões divergentes – afinal, vale se render aos brinquedos tecnológicos?

Cinthia Dalpino
Foto: Shutterstock
Tudo tem os prós e os contras e os eletrônicos são boas fontes para os pequenos exercitarem a lógica e o raciocínio. Para surtir esses efeitos, Beatriz Rosenberg, que pilotou o departamento de programas infantojuvenis da TV Cultura, destaca: “É importante o conteúdo virtual ser apresentado de forma atraente, acessível e condizente com a faixa etária da criança para ela responder com entusiasmo”.

Por outro lado, há quem defenda que as crianças que passam muito tempo em frente a jogos eletrônicos e afins têm maior tendência a ficar obesas, antissociais e perder a capacidade imaginativa.

Segundo o autor do livro Meios Eletrônicos e Educação, uma Visão Alternativa, Valdemar Setzer, quando está plugado nas telas, o pequeno fica fisicamente inativo. “Dos seus sentidos, trabalham somente a visão e a audição, ainda assim de maneira parcial”, completa.

Para ele, o ideal seria substituir as telas por brincadeiras que exigem movimentos mais complexos e exercitem a imaginação. Que tal dosar as duas opções?

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